Na última sexta feira (07/11)discorri um pouco acerca de da “Carta” de Deus (Bíblia) deixada a nós e utilizei como ilustração a venda, em leilão, da carta enviada por Einstein a Eric Gutkind, denominada “Carta de Deus” em 1954, um ano antes de morrer, onde deixa clara a sua falta de fé no povo judeu, em Deus e em Sua Palavra.

Quando escolheu Abraão e seus descendentes para serem Seus representantes aqui na Terra o Eterno desejava mostrar a todas as nações como deveriam proceder os que são chamados pelo Seu nome e como Ele gostaria de agir com cada ser humano, mas Israel falhou em sua missão.

Cristo veio, viveu entre nós e morreu pela humanidade. Deixou-nos um exemplo a ser seguido e derrubou as barreiras/preconceitos até então existentes acerca de quem seriam os eleitos do Pai. A salvação chegou até nós, mas, junto com a salvação, veio também a missão de tornar Seu nome conhecido e testemunhar de Seu poder a “todas as nações” (Mateus 24:14).

Paulo afirmou que aqueles que seguiam seus ensinamentos, baseados na Palavra de Deus, e que haviam sidotransformados pelo poder do Espírito Santo eram a “carta de Cristo” (IICoríntios 3:3). Talvez, Einstein, como seu contemporâneo M. Gandhi, tenha decidido não seguir os caminhos do Eterno por haver conhecido péssimas “cartas de divinas”.

Duas frases de Gandhi, acerca dos cristãos, me chamam a atenção: “Eu gosto de Cristo. Eu não gosto de vocês,cristãos. Vocês são tão diferentes de Cristo” e “(…) De fato, não há nada de errado com o cristianismo. O problema são vocês, cristãos. Vocês nem começaram a viver segundo os seus próprios ensinamentos”.

Como uma “carta de Deus” à humanidade como você tem agido? Os que entram em contato com você conseguem ler acerca de Cristo e do amor do Pai? O mundo quer e precisa conhecer o Pai, permita que seja através de você.